Colocar a mover ou Ato de residência artística Baiana com Jorge e Neto

Se eu pensar a dança de uma forma mais tradicional, eu me dou conta de que ela está sendo o que menos importa nesse projeto. Mas é claro que, se eu penso na dança como potência para criação, como potência de vida, ela é de fato o que move essa proposta.

Fer, e o que você sente que realmente te importa?

Eu vejo que me faz brilhar o olho realmente é essa possibilidade, esse espaço possível de experimentação e convivência com as crianças, mais ainda, quem eu me torno nessa convivência.

COMO COREOGRAFAR A CONVIVÊNCIA COM AS CRIANÇAS?

Como não reduzir a complexidade da experiência e dar a ver o especifico do que foi desenvolvido? Como potencializar a singularidade dessa proposta?

“Pequenices” parte de encontros de dança com crianças para a então criação de uma peça de dança voltada para o público infantil. Mas como? Muitos “como” surgiram nesses intensos dias de residência com Jorge Alencar e Neto Machado, dois artistas incríveis com os quais tive a honra de compartilhar meu processo. Digerir suas provocações, confesso, não foi tarefa fácil. Colocar a mover dessa forma, é coisa!

Listo abaixo alguns tópicos abordados na residência:

  • Peça para crianças verem X peça com crianças X peça para mover as crianças
  • A fala como dispositivo para a coreografia
  • Que coreografia?
  • Infância para além de uma fase cronológica

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